Por consideração a Bolsonaro, militares decidem evitar embates com STF para aliviar tensão entre Planalto e Judiciário

Foto: Reprodução

Apesar de estarem indignados com a fala de Gilmar Mendes (que acusou o Exéricito de estar se associando a um genocídio), ministro militares decidem evitar embates público sobre a questão.
O intúito é aliviar a tensão entre Planalto e STF.

“O Ministério da Defesa já publicou uma nota a respeito, sem citar nomes. A nota é muito esclarecedora”, afirmou o titular do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno. “A nota é o bastante”, concluiu.

Vendo a nota sufiente para o caso, fica decido que as ações públicas contra o miinstro do STF, Gilmar Mendes, param por aí.

É entendido que levando o assunto adiante, a richa entre Planalto e STF aumentaria, o que não seria bom para o Governo Bolsonaro no momento.

Porém, a irritação dos militares é grande e as Forças Armadas pode tomar as devidas "medidas cabíveis" nos bastidores.

O general Azevedo e os comandantes das três Forças – Exército, Marinha e Aeronáutica -- se dizem "indignados" com declaração de Gilmar. A irritação seria principalmente com uso da palavra "genocídio" por um ministro do STF, que entende exatamente a gravidade do crime. 

Dessa for, ações internas prometidas podem acontecer.

Vamos aguardar o desfeixo desta situação.

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